Em 2026, o IBS e a CBS começam a aparecer nas notas, mas ainda não entram para valer no cálculo da carga tributária. As alíquotas usadas neste primeiro ano são apenas para testes e servem para validar os novos layouts de documentos fiscais.
Na prática, o total destacado em IBS e CBS é compensado automaticamente com o PIS e a Cofins, que continuam valendo normalmente. O objetivo é só preparar empresas, sistemas e fornecedores para o que passa a valer de verdade a partir de 2027.
O ponto mais importante para o varejo e para empresas que vendem muito por cartão é a adaptação dos sistemas ao split payment, tecnologia que separa o imposto no momento do pagamento. Sem essa atualização, a emissão e o recebimento das notas podem travar justamente no fluxo de caixa.