Em 2026, a Reforma Tributária já exige postura ativa das empresas. Não basta emitir nota como sempre foi feito e deixar os ajustes para depois. A fase de testes cobra organização real.
Para reduzir riscos e evitar inconsistências que já caracterizam irregularidade, a lei exige que as empresas sigam um cronograma mínimo de preparação.
O primeiro passo é o diagnóstico de infraestrutura. Isso envolve mapear quais tributos são apurados hoje, como ocorre a emissão de notas fiscais e se há integração adequada entre sistemas fiscais, financeiros e contábeis.
Na sequência, vem a atualização tecnológica. Os softwares de gestão e emissão precisam estar compatíveis com os novos requisitos de CBS e IBS. Sistemas desatualizados já comprometem a qualidade das informações exigidas em 2026.
Outro ponto crítico é a capacitação das equipes. Faturamento, financeiro e contabilidade precisam entender as novas regras de incidência para evitar erros operacionais que a fiscalização já consegue identificar.
Por fim, o planejamento tributário deixa de ser teórico. É necessário reavaliar o regime jurídico e o modelo de operação logística, pois a tributação no destino altera custos, margens e competitividade.
2026 não é um ano para observação passiva. É o início de um sistema híbrido que já exige cumprimento técnico e organizacional. Quem posterga, acumula risco.